quarta-feira, 12 de novembro de 2008

levantar-se com elegancia!


Quando estou nessa fase de "virada" não me faltam rituais.

Um ritual q comigo é tiro e queda, lava a alma, lava meus pensmentos é tomar um bom e belo banho no escuro!

Se vc nunca fez isso tente, sente no chuveiro, deixe desabar agua, não olhe pra nada, apenas sinta a agua correr.

Falando em agua hje realizei um desejo que me martiriza a algum tempo, tomei um belo banho encharcado de chuva só q não proposital, são akeles inevitaveis, quando vc tem compromisso e num pode se proteger de frescuras.

Arrumar o quarto também é uma bela terapia, jogar fora coisas velhas, tranqueiras que agente conserva sabe la porque.Seria pedir demais deitar numa bela rede olhando pro mar, andar a cavalo no interior, ou voar de balão.Isso talves esteja mais longe do meu alcance mas muito perto das minha svontades, quem sabe em breve.

Por falar em jogar tranqueiras fora, to em fase de upload nas amizades, não a toa tem aparecido tantas pessoas legais na minha vida.Chega de gente q só olha pro proprio rabo, chega de implorar ajuda, chega de apendices.

Meu carrinho fica pronto sexta feira, e sim penso seriamente em não ir à Gambiarra neste domingo.Até nisso quero variar.Quero andar com o meu Chapolin por caminhos diferentes.

Meu video-book esta pronto amanha, e num vai demorar pra que eu va nas agencias tentar a sorte.E não tenho duvida , conseguirei!



Marthinha Medeiros fala por mim vai? Fala.......


Atalhos

– Quanto tempo a gente perde na vida? Se somarmos todos os minutos jogados fora, perdemos anos inteiros. Depois de nascer, a gente demora pra falar, demora pra caminhar, aí mais tarde demora pra entender certas coisas, demora pra dar o braço a torcer. Viramos adolescentes teimosos e dramáticos. Levamos um século para aceitar o fim de uma relação, e outro século para abrir a guarda para um novo amor, e já adultos demoramos para dizer a alguém o que sentimos, demoramos para perdoar um amigo, demoramos para tomar uma decisão. Até que um dia a gente faz aniversário. 37 anos. Ou 41. Talvez 48. Uma idade qualquer que esteja no meio do trajeto. E a gente descobre que o tempo não pode continuar sendo desperdiçado. Fazendo uma analogia com o futebol, é como se a gente estivesse com o jogo empatado no segundo tempo e ainda se desse ao luxo de atrasar a bola pro goleiro ou fazer tabelas desnecessárias. Que esbanjamento. Não falta muito pro jogo acabar. É preciso encontrar logo o caminho do gol.Sem muita frescura, sem muito desgaste, sem muito discurso. Tudo o que a gente quer, depois de uma certa idade, é ir direto ao assunto. Excetuando-se no sexo, onde a rapidez não é louvada, pra todo o resto é melhor atalhar. E isso a gente só alcança com alguma vivência e maturidade.Pessoas experientes já não cozinham em fogo brando, não esperam sentados, não ficam dando voltas e voltas, não necessitam percorrer todos os estágios. Queimam etapas. Não desperdiçam mais nada.Uma pessoa é sempre bruta com você? Não é obrigatório conviver com ela.A mina está enrolando muito? Beije-a primeiro.A resposta do emprego ainda não veio? Procure outro enquanto espera.Paciência só para o que importa de verdade. Paciência para ver a tarde cair. Paciência para sorver um cálice de vinho. Paciência para a música e para os livros. Paciência para escutar um amigo. Paciência para aquilo que vale nossa dedicação. Pra enrolação, atalho.

ELEGÂNCIA

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado.É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.É uma elegância desobrigada.É possível detecta-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam, nas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.É possível detecta-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas, nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.É possível detecta-la em pessoas pontuais.Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.Oferecer flores é sempre elegante.É elegante você fazer algo por alguém e este alguém jamais saber disso...É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro.É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.É elegante o silêncio, diante de uma rejeição.Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo.
É elegante a gentileza...Atitudes gentis, falam mais que mil imagens.Abrir a porta para alguém... é muito elegante.Dar o lugar para alguém sentar... é muito elegante.Sorrir sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma...Olhar nos olhos ao conversar é essencialmente elegante.Pode-se tentar capturar esta delicadeza pela observação,Mas tentar imita-la é improdutiva.A saída é desenvolver a arte de conviver, que independe de status social: é só pedir licencinha para o nosso lado brucutu, que acha que “com amigo não tem que ter estas frescuras”.Educação enferruja por falta de uso.E, detalhe: não é frescura.



DESCONSTRUÇÕES

Quando a gente conhece uma pessoa, construímos uma imagem dela. Esta imagem tem a ver com o que ela é de verdade, tem a ver com as nossas expectativas e tem muito a ver com o que ela "vende" de si mesma. É pelo resultado disso tudo que nos apaixonamos. Se esta pessoa for bem parecida com a imagem que projetou em nós, desfazer-se deste amor, mais tarde, não será tão penoso. Restará a saudade, talvez uma pequena mágoa, mas nada que resista por muito tempo. No final, sobreviverão as boas lembranças. Mas se esta pessoa "inventou" um personagem e você caiu na arapuca, aí, somado à dor da separação, virá um processo mais lento e sofrido: a de desconstrução daquela pessoa que você achou que era real. Desconstruindo Flávia, desconstruindo Gilson, desconstruindo Marcela. Milhares de pessoas estão vivendo seus dias aparentemente numa boa, mas por dentro estão desconstruindo ilusões, tudo porque se apaixonaram por uma fraude, não por alguém autêntico. Ok, é natural que, numa aproximação, a gente "venda" mais nossas qualidades que defeitos. Ninguém vai iniciar uma história dizendo: muito prazer, eu sou arrogante, preguiçoso e cleptomaníaco. Nada disso, é a hora de fazer charme. Mas isso é no começo. Uma vez o romance engatado, aí as defesas são postas de lado e a gente mostra quem realmente é, nossas gracinhas e nossas imperfeições. Isso se formos honestos. Os desonestos do amor são aqueles que fabricam idéias e atitudes, até que um dia cansam da brincadeira, deixam cair a máscara e o outro fica ali, atônito.
Quem se apaixonou por um falsário(a), tem que desconstruí-lo(a) para se desapaixonar. É um sufoco. Exige que você reconheça que foi seduzido por uma fantasia, que você é capaz de se deixar confundir, que o seu desejo de amar é mais forte do que sua astúcia. Significa encarar que alguém por quem você dedicou um sentimento nobre e verdadeiro não chegou a existir, tudo não passou de uma representação – e olha, talvez até não tenha sido por mal, pode ser que esta pessoa nem conheça a si mesma, por isso ela se inventa. A gente resiste muito a aceitar que alguém que amamos não é, e nem nunca foi, especial. Que sorte quando a gente sabe com quem está lidando: mesmo que venha a desamá-lo um dia, tudo o que foi construído se manterá de pé.



Obrigadooooooooo vida!


Ah proposito, meu revellion esta sendo nessa semana, hora da virada não tem hora, e esse sorrisinho ai, é exatamente o que esta no meu rosto agora, embora ele não seja permanente (graças a deus) ele faz milagres!

Um comentário:

melfcastro disse...

Ameeeeeeeeeeeeeeeeei!!! Nossa, vai demorar muito pra gente se ver? Temos tanta coisa pra conversar que tá me dando faniquitos!!!

Feliz Ano Novo!!!