domingo, 19 de outubro de 2008

The Beginning of the end

O começo do final, fim de outubro e só falta um passinho para chegarmos ao 2009.Tudo hje passa tão mais rapido, ontem no shopping ja havia decoração de natal.
Da uma sensção gostosa, e ao mesmo tempo assustadora mas essencialmente ilusoria.
Quando vi "Esqueceram de mim " quando pequeno.. sim.. aquele filme que permeou nossa infancia, sempre me lembrava que epoca de natal era algo magico, assim como os contos de natal do almanacão da Monica.
Nosso conflitos, planos com prazo para se resolverem, refens de um maldito senhor Calendario que se mudar um numero faz um estrago no mundo.O mundo para e vc toma champagne pq o 8 passou pro 9.
Mas não é do Natal que eu quero falar, ta longe( e perto)
É desse calorzinho de começo de primavera que da friozinho na barriga.
Coisas mal resolvidas. meu coração fazendo tumtum de novo( depois de tanto tempo), um turbilhão de coisas acontecendo, a questão é que minha capacidade de se regenerar hoje é muito mais potente do que ntes, o que me abalava facilmente hoje, num faz frente a força que tenho.
Hoje tenho mania de conversr com o universo e não com deus, num importa o nome tem algo invisivel que vai me ajudar, e que se não ajudou, sou obrigado acreditar q é super pro meu bem.
Confesso que gosto desse friozinho na barriga, desse frisson adolscente que tenho passado.
Não a toa saindo de balada toda semana, me curtndo e as vezes me odiando.
Hoje senti uma pontinha de inveja de uma amiga (Penevelin) e conversavamos sobre o mesmo universo que citei la em cima.
Fiquei eu aqui matutando quando sera minha vez de receber aqela caixinha cheia de prsentes bons.
Preciso fazer acontecer, minha vida as vezes se prende ao papel sim, mas num me esqueço que a pouco tempo atras, minha mãe procurou minha terapeuta e disse algo sobre mim, que só quem esta tds os dias no santo lar pode atestar.

"Meu filho hoje é uma pessoa feliz, por alguns anos vi ele enfurnado em casa, depressivo, as vezes parecendo um zumbi, e hoje ele é outro.Nasceu nele uma pessoa feroz, capaz de defender sua dignidade, forte pra encarar qq parada, ele hoje é alegre, e acho q vc é parte fundamental nisso"

Matar um leão por dia requer coragem, e eu to criando toda coragem do mundo, para continuar feliz.preciso citar Martha Medeiros hoje:

Espírito aberto -ZH 14/01/07
Sabemos da quantidade de pessoas que passam necessidades reais, que estão desempregadas, que não têm como alimentar os filhos, que têm uma doença séria, enfim, ninguém ignora as mazelas do mundo. No entanto, muitas dessas pessoas que habitam as estatísticas não fazem parte do nosso círculo íntimo. Na maioria das vezes, nossos amigos e familiares estão bem, trabalham, possuem uma vida afetiva. Ok, eles têm lá seus problemas, mas não são exatamente o retrato da desgraça. Ainda assim, me espanta que muitos deles, mesmo sem motivo para cortar os pulsos, vivam como se fossem uns infelizes, lidando com o dia-a-dia de uma forma pesada, obstruindo o próprio caminho em vez de viver com mais leveza. São o que eu chamo de pessoas com o espírito fechado.Eu respeito quem traz uma grande dor e não sai espalhando sorrisos à toa, mas me enervo com quem fecha a cara por simples falta de humor. Palavrinha mágica, esta: humor. Não me refiro a quem faz piadinhas a todo instante, e sim a quem possui inteligência suficiente para saber que é preciso relevar as incomodações, curtir as diferenças e ser generoso com o que acontece a nossa volta. Humor significa ter um espírito aberto.Esta é a resposta para quem pergunta qual é a fórmula da felicidade - alguém ainda pergunta isso? Eu responderia: ter o espírito aberto, só. O resto vem. Amigos, amores, oportunidades, até saúde: a fartura disso tudo depende muito da sua postura de vida. Não é evidente?Eu já fui um caramujo ambulante, daquelas criaturinhas desconfiadas, que torcia o nariz para tudo o que não fosse xerox do meu pensamento. Desprezava os diferentes de mim e com isso, claro, custava para encontrar meu lugar no mundo. Era praticamente um autoboicote. Me trancava no quarto e achava que ninguém me compreendia. Ora, nem podiam mesmo. Aliás, nem queriam.
Um dia - e ainda bem que este dia chegou cedo, no final da adolescência - eu pensei: calma aí, quem vai me salvar? Jesus? John Lennon? Percebi que o mundo era maior do que o meu quarto e que eu tinha apenas duas escolhas: absorvê-lo ou brigar contra ele. Contrariando minha natureza rebelde, optei por absorvê-lo. Abracei tudo o que me foi oferecido, deixei de me considerar importante, comecei a achar graça da vida e, com a passagem dos anos, só melhorei, não parei mais de me desobstruir, de lipoaspirar mágoas e ranzinzices - a não ser que desejasse posar de poeta maldita, o que não era o caso. Me salvei eu mesma e fui tratar de aproveitar cada minuto, que é o que venho fazendo até hoje.Quando alguém me diz "como você tem sorte", penso que tenho mesmo. Mas não a sorte de receber tudo caído no colo, e sim a sorte de ter percebido a tempo que nosso maior inimigo é a falta de humor. Sem humor, brota preconceito para tudo que é lado. A gente começa a ter mania de perseguição, qualquer coisa parece difícil e uma discussãozinha à toa vira um dramalhão. Prefiro escalar uma montanha a viver desta forma cansativa.Espírito aberto. Caso você não tenha recebido gratuitamente na sua herança genética, dá pra desenvolver por si próprio

Um comentário:

melfcastro disse...

Eu acho que vc já descobriu o caminho: Faça acontecer. E se não aconteceu...já sabe o pq...

E me explica pq vc é uma piscininha?

bjs,
Mel